Restaurantes apoiam a divulgação do Serviço de Acolhimento Familiar de Valinhos
Enquanto as pessoas almoçam poderão conhecer mais sobre o que é ser uma Família Acolhedora. O Serviço de Acolhimento Familiar realizou parcerias com mais de 13 restaurantes de Valinhos que incluíram nas mesas e nas bandejas uma toalha de papel com informações criativas sobre o serviço.
Entre as informações presentes nestas toalhas constam perguntas e respostas diretas para explicar aos clientes dos restaurantes como funciona o Acolhimento Familiar. Há perguntas como: O que é uma Família Acolhedora? O que não é?, e também, quem pode ser uma Família Acolhedora?
Para Silvana Miranda, coordenadora do Serviço de Acolhimento Familiar, realizado pela Casa da Criança e do Adolescente de Valinhos em parceria com a Secretaria de Assistência Social, esta ação e parcerias têm por objetivo aproximar o público da atuação, e viabilizar o acolhimento a quem mais precisa.
“A ideia de fazer esta campanha de divulgação nos restaurantes, além de buscar novas famílias acolhedoras, foi também de conscientizar a comunidade valinhense sobre a necessidade de olharmos para as crianças que sofrem violências como sujeitos de direitos, que necessitam de referências positivas para ressignificarem todo sofrimento que lhes foi causado. Este é o papel da família Acolhedora, ser a referência de amor cuidado e proteção que possam amenizar e curar as dores das diversas rupturas e a ressignificar os traumas das criança acolhidas.”
Fazem parte desta ação os restaurantes: Restaurante Bambuzal, Restaurante da Nona, Restaurante Planalto, Espaço Vibes, Restaurante Independência, Pub e Espetaria, Alternativa Salgados, Restaurante Salomão e Marmitaria, Guava Bistrô, Bolo da Madre, Gravetos Restaurante, Candreva. e Flor Restaurante e Chopperia.
O Acolhimento Familiar é realizado pela Casa da Criança e Adolescente de Valinhos, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social. Os interessados em obter mais informações sobre o Serviço e a capacitação poderão agendar uma consulta informativa. Mais informações entrar em contato por e-mail: familiaccava@gmail.com, telefone (19) 3829-3410, WhatsApp (19) 98367-0113.

Para a coordenação da Casa da Criança e do Adolescente de Valinhos, preencher os dias de férias e o tempo livre dos acolhidos vai além de garantir os direitos previstos no ECA e na Constituição.
O Prêmio VOL, que elege os melhores programas de voluntariado, é conferido à Casa da Criança e do Adolescente de Valinhos, pelo segundo ano consecutivo. Vencedora na categoria “Melhor Gestão de Programas de Voluntariado OSC’s”, a instituição recebe o selo deste prêmio que tem vigência por todo ano de 2023, ano de efeméride da Casa da Criança que completa 30 anos da sua fundação em Valinhos.
“A Casa da Criança de Valinhos foi idealizada por voluntários e hoje, há quase 30 anos, comemora seguindo com esse forte pilar em suas frentes de trabalho por ter entre suas prioridades de gestão a transparência, a ética e a participação do voluntariado em diversas atuações. A essência do voluntariado está presente na diretoria, eventos, artes, bazar, cozinha, atividades culturais, e muito mais, sempre inovando e valorizando estas pessoas que doam parte da sua vida, com o melhor que há nelas, com seu tempo, amor e talento. Meu maior presente é esse reconhecimento e seguir contando com o compromisso dos voluntários com a nossa causa, com o futuro, para uma sociedade melhor.”
“Sempre avaliei como importante as causas sociais e ambientais. Entendo que é fundamental termos uma atuação para contribuir com a sociedade, com seu entorno, com o mundo. Enquanto agrônoma, já trabalhava com comunidades, desenvolvendo artesanato sustentável. No Grupo Margaridas encontrei afinidade com a causa, com os trabalhos e com as pessoas. Penso que para ser voluntário é necessário gostar muito do que se propõe a fazer, ter comprometimento total, compromisso mesmo com a atuação proposta. Na Casa da Criança somos muito valorizadas, reconhecidas, e também apoiadas para apresentar essa entrega responsável”, explica a voluntária.
Com história de formação marcada por atividades culturais do Janela Aberta, Gabriela Ferreira Paulo, 18 anos, conta como essa vivência foi decisiva em sua trajetória. “Participei do Janela Aberta dos 7 aos 15 anos, estar lá fez toda diferença no meu desenvolvimento como pessoa e agora até como profissional. Amava as oficinas de arte, informática e dança, fiz balé por cinco anos. Os educadores me ajudavam em tudo, até com dúvidas que eu tinha na escola. Visitávamos instituição de idosos, e era muito emocionante, tudo isso faz parte do que eu sou e do que quero construir para o meu futuro. Digo às mães que puderem, levem seus filhos para que tenham essa mesma oportunidade na Casa da Criança. Eu só posso dizer que sinto saudades e muita gratidão por ter podido aprender tanta coisa lá”.
Formada em Serviço Social, Sara atua no Instituto Fazendo História desde 2015 e atualmente segue como coordenadora do Serviço de Acolhimento Familiar. A organização, localizada na região central de São Paulo, realiza o processo de integral de capacitação e acompanhamento diário para atender anualmente mais de 30 acolhimentos de crianças e adolescentes.
“É um trabalho social de muito impacto. As Famílias Acolhedoras não acolhem somente uma criança, acolhem uma história, enquanto as Família Acolhedoras acolhem uma criança, a equipe técnica cuida da família de origem. Assim uma família pode apoiar a outra em um momento de dificuldade. Isso é um ato muito bonito de cidadania e de generosidade. Trata-se de uma atuação que tem começo, meio e fim, mas o impacto é para sempre. Vale muito a pena conhecer e ser Família Acolhedora”, explica Sara Luvisotto, Coordenadora do Instituto Fazendo História.
Nascida em Valinhos, Kláu Itami é artista visual ilustradora e poeta. A sua ilustração já integrou uma coleção de camisetas que fizeram parte do figurino da novela global Malhação. Em 2013 iniciou seu canal do YouTube com vídeos de poesia falada. Atualmente cria ilustrações e objetos exclusivos como sketchbooks, marcadores de páginas, porta-copos entre outros, vendidos para todo o Brasil. O 




O tema do Setembro Amarelo também é lembrado pela equipe de educadores sociais, que sempre realizam alguma atividade educativa com as crianças e adolescente durante este período. Assim, todos ficam por dentro deste assunto tão importante, e podem replicar este conhecimento nos outros espaços por onde transitam.