Instituição realiza ações práticas para evitar proliferação do mosquito
Em comemoração ao dia 5 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente, a Casa da Criança vai promover a Semana do Meio Ambiente, com ações de conscientização e mobilização social. O foco da campanha deste ano está em ações práticas de cuidados com o planeta e a prevenção da dengue na cidade e região.
Com conteúdo didático e elucidativo, a instituição informa que divulgará a Campanha da Semana do Meio Ambiente nas redes sociais (Facebook, Instagram e Youtube) e em atividades impressas a serem enviadas às famílias cadastradas e aos acolhidos para que todos possam ter acesso às informações.
“É muito preocupante a reincidência da dengue no país. Entendemos que a ausência da compreensão da sociedade com relação às questões ligadas à sustentabilidade está ligada diretamente a esse problema constante da proliferação do Aedes Aegypti, transmissor da doença. Assim, todos os anos, atuamos junto ás crianças e adolescentes em busca de ampliar o esclarecimento e conscientizar o maior número de pessoas. As crianças realizam essa comunicação de forma prática e participativa em suas casas, com os seus familiares e amigos”, conta Lidiane Recco, coordenadora do Programa Janela Aberta, da Casa da Criança.
O Brasil apresenta o maior número de casos de dengue no mundo. Segundo os dados da Organização Pan-Americana de Saúde em 2020, mais de um milhão de brasileiros foram picados pelo Aedes Aegypti, o que corresponde a quase70% de todos os doentes do planeta. Com a urgência e prioridades da pandemia da Covid-19, que se prolonga no País, o risco de esquecimento dos cuidados com a Dengue aumenta.
A dengue é uma doença causada por um vírus, a transmissão acontece pela picada do mosquito Aedes Aegypti. Os sintomas podem ser confundidos com outras doenças, por isso, é preciso ficar atento e procurar orientação médica.
Prevenção
Cuidar do meio ambiente também é evitar os criadouros do mosquito transmissor da dengue. A melhor recomendação para evitar a dengue é impedindo a multiplicação do mosquito transmissor da doença. Práticas sustentáveis como reciclagem, coleta, tratamento, transporte e destino correto dos resíduos contribuem para a saúde do planeta e das pessoas. Evitar o acúmulo de água parada nos reservatórios, recipientes, objetos que não se usa mais contribui para a prevenção da proliferação do mosquito da dengue.
- Manter a caixa d’água sempre fechada;
- Colocar areia na borda dos pratinhos das plantas para evitar o acúmulo de água;
- Trocar água das plantas aquáticas uma vez por semana;
- Não descartar lixo de maneira inadequada;
- Não deixar entulhos espalhados no quintal;
- Limpar bem as calhas;
- Manter a piscina sempre limpa;
- Limpar bem, pelo menos duas vezes por semana, os recipientes que são usados para colocar água para animais;
- Tampar ralos pouco utilizados;
- Não deixar objetos que possam acumular água da chuva.
Cuidados pessoais
Em regiões que se sabe do aumento dos casos da doença, a prevenção das pessoas também pode ser reforçada utilizando repelentes e roupas que cobrem bem o corpo. Para a população em geral ainda não há vacinas, somente estudos ainda não aprovados. A Anvisa registrou apenas uma vacina específica para pessoas que já tiveram a dengue, pelo menos uma vez, mas o imunizante não está disponível na rede pública.
Fique atento aos sintomas da Dengue
Os principais sintomas são: febre, dores no corpo, dor de cabeça e manchas avermelhadas. Manifestações hemorrágicas, quando ocorrem, podem indicar um caso mais grave da infecção. Os sintomas podem aparecer de 5 a 6 dias após a picada do mosquito contaminado. É preciso buscar orientação médica.
O Projeto Janela Aberta e Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos são realizados em parceria com a Secretaria de Municipal de Assistência Social, a Secretaria de Cultura e a Secretaria Municipal de Esportes. Para apoiar os projetos da Casa da Criança de Valinhos ligue 19 3871-0546 ou acesse o site casadacriancadevalinhos.org.br.

“É preciso ter ciência que não é somente a família que deve proteger a infância e a adolescência. Toda sociedade precisa estar atenta e não se eximir da responsabilidade de denunciar qualquer tipo de maus tratos. Não podemos ser coniventes com condutas que comprometam a integridade humana, principalmente dos que ainda não podem buscar ajuda sozinhos. Cabem aos adultos superar os tabus, agir em defesa da garantia e promoção dos direitos das crianças e adolescentes, orientar e acolher sempre. Disque 100 e denuncie qualquer suspeita”, enfatiza Adriana Simões, coordenadora da Casa da Criança e do Adolescente de Valinhos.
Silvia Assis, valinhense atuante no programa há seis anos, contará aos participantes do evento a sua vivência em acolher crianças de diferentes personalidades e idades. Atualmente, Silvia está no oitavo acolhimento.
A V Semana da Família Acolhedora Valinhense de forma inédita reúne autoridades Valinhenses e especialistas reconhecidos como Dr Sergio Luiz Kreuz, Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Paraná, que fará a palestra no dia 10 de maio, às 19h20, com a tema “Os impactos do trabalho em rede para a efetividade dos Serviços de Acolhimento Familiar, e a implantação dos Serviços de Acolhimento Familiar no Brasil”. No mesmo dia, às 20h10, a co-fundadora e coordenadora do Serviço de Acolhimento Familiar Teto & Afeto de Capivari e do Grupo Capivari de Apoio à Adoção, no interior de São Paulo, Letícia Camargo, realizará a segunda palestra com o tema “Quem pode implantar um Serviço de Acolhimento Familiar?”
Para Maria Helena, o conceito da pintura vai além da composição de cores, elementos geométricos, figurativos e da natureza. As imagens referenciais podem ser captadas de forma particular para cada pessoa. “A criatividade individual revela muito da complexidade da personalidade, do inconsciente e pode ser uma grande aliada na arte e na vida. Identifico isso em cada aluno, durante as aulas e também depois, há relatos emocionantes dos benefícios da prática da pintura na vida de alunos, mesmo após anos do aprendizado. Recomendo que todos possam descobrir por meio da arte o vasto universo que se abre e contribui definitivamente para toda a nossa existência, sobretudo em tempos de adversidades que estamos vivenciando com a pandemia”, explica a professora.
“Eu e meus irmãos tivemos a possibilidade de contar com as oficinas no Janela Aberta, o que fez toda diferença em nossas vidas, pois minha mãe sempre trabalhou duro o dia inteiro, sozinha garantia o sustento da família. A nossa infância foi marcada pelas oficinas de arte, pintura, teatro, música e tantas outras atividades que reforçavam bons valores e ética. Na Casa da Criança estivemos protegidos, longe das ruas, da violência e das drogas. Foi no Janela também que me entusiasmei pela pintura em tela, com a professora Maria Helena. Guardo até hoje os quadros que produzi e principalmente todo carinho, amor e respeito que recebi. Agora, prestes a concluir a faculdade, trabalhando, sigo apoiando a minha mãe com as contas de casa, e penso em me especializar, quem sabe, em auditoria e um dia voltar a pintar quadros também. Caso pudesse, diria às crianças e aos adolescentes para aproveitar cada segundo nas atividades da instituição. Sinto saudades e gratidão pelas oportunidades”, conta a estudante.
Por isso a necessidade de monitorar, e é possível fazer isto sem invadir a privacidade das crianças. No serviço de acolhimento, a equipe de educadores é orientada a fazer uma aproximação saudável do universo das crianças e adolescentes. Através do vínculo afetivo, conversar e procurar saberem o que elas fazer no computador, quais jogos gostam, com quem conversam. Quando o vínculo é estabelecido, isto passa a acontecer de forma natural.

19h40 Apresentação do Serviço de Acolhimento de Valinhos e Relatos de Experiências das Famílias Acolhedoras de Valinhos e das Famílias Acolhedoras que compõe o GT de Serviços de Acolhimento Familiar da Região Metropolitana de Campinas e SP
Para a Casa da Criança, a proposta poderá render momentos de união inesquecíveis para as famílias. Assim como lembra a diretora da instituição, Wanda Dini. “A minha infância foi marcada por brincadeiras tradicionais como pular corda, jogo de gato, amarelinha, cabeça de batata e a família participava com alegria e isso ninguém pode esquecer. As nossas crianças de hoje também podem descobrir um universo mágico, que independentemente do tempo desperta o interesse quando se brinca com quem a gente gosta. Sabemos que quando há sentimentos bons envolvidos a brincadeira se perpetua na memória das pessoas”, relata Wanda.
