O Kit junino leva atividades em vídeo, impressos e delícias típicas
O “arraiá” do Janela Aberta vai até a casa das crianças com muita cor, alegria e delícias das festas juninas. Com uma série de atividades típicas e a entrega de um kit especial junino, as crianças vão poder comemorar a temporada de festas caipiras em casa, com a família. A entrega dos kits será realizada durante o mês de julho, simultaneamente com a apresentação das atividades remotas impressas e também por meio de vídeos com conteúdo dinâmico e temático.
As atividades do Janela Aberta foram adaptadas para respeitar o distanciamento social obrigatório e garantir a saúde de todos em tempos de pandemia. Neste ano serão 60 crianças atendidas. Todas receberão um kit especial para comemorar as festas junina em casa. Com doações, contribuições de apoiadores, trabalho voluntário e de colaboradores, as famílias receberão além das atividades impressas para estimular a criatividade, a coordenação motora, ganharão bandeirinhas coloridas para a decoração da festa, arroz doce e outras comidas típicas.
Com brincadeiras criativas dirigidas remotamente por educadores especializados, as crianças tiveram participação ativa, no mês junino. As atividades presenciais foram agendadas por grupo familiar, com todo protocolo de proteção à saúde, com métodos de distanciamento e utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIS). Assim puderam interagir, brincar e também produzir vídeos, onde elas criaram tutoriais, ensinando brincadeiras juninas como a pescaria. Os vídeos estão disponibilizados no canal do Youtube da Casa da Criança.
“Estas atividades têm o objetivo de trabalhar os aspectos histórico e sociocultural, além de levar informações interessantes sobre as festas juninas. É preciso apresentar a importância de respeitar, entender a cultura e valorizar o folclore brasileiro, presente nas festas desta temporada. Nossas atividades impressas, que levam o nome de Diário de Bordo, contam nesta edição histórias de festa junina de forma lúdica, assim como nos vídeos disponibilizados no Youtube. Vocês também podem brincar e a ajudar a gente lá. Acessem o nosso Canal da Casa da Criança e do Adolescente de Valinhos, se inscrevam e comentem o que acharam!”, explica e convida o educador do Janela Aberta, Wilson Martins.
Para apoiar as atividades da Casa da Criança os interessados podem entrar em contato pelo telefone 19 3871-0546 e acessar o site casadacriancadevalinhos.org.br.

Há dois anos, Elaine Matias Reis, formada em pedagogia e pós-graduada em psicopedagogia, atua como educadora no acolhimento institucional da Casa da Criança. A educadora, que também é mãe de uma menina de 12 anos, conta a importância da preparação dos adolescentes no tempo certo, com uma abordagem que ofereça autonomia para eles.
Cuidar do meio ambiente também é evitar os criadouros do mosquito transmissor da dengue. A melhor recomendação para evitar a dengue é impedindo a multiplicação do mosquito transmissor da doença. Práticas sustentáveis como reciclagem, coleta, tratamento, transporte e destino correto dos resíduos contribuem para a saúde do planeta e das pessoas. Evitar o acúmulo de água parada nos reservatórios, recipientes, objetos que não se usa mais contribui para a prevenção da proliferação do mosquito da dengue.
“É preciso ter ciência que não é somente a família que deve proteger a infância e a adolescência. Toda sociedade precisa estar atenta e não se eximir da responsabilidade de denunciar qualquer tipo de maus tratos. Não podemos ser coniventes com condutas que comprometam a integridade humana, principalmente dos que ainda não podem buscar ajuda sozinhos. Cabem aos adultos superar os tabus, agir em defesa da garantia e promoção dos direitos das crianças e adolescentes, orientar e acolher sempre. Disque 100 e denuncie qualquer suspeita”, enfatiza Adriana Simões, coordenadora da Casa da Criança e do Adolescente de Valinhos.
Silvia Assis, valinhense atuante no programa há seis anos, contará aos participantes do evento a sua vivência em acolher crianças de diferentes personalidades e idades. Atualmente, Silvia está no oitavo acolhimento.
A V Semana da Família Acolhedora Valinhense de forma inédita reúne autoridades Valinhenses e especialistas reconhecidos como Dr Sergio Luiz Kreuz, Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Paraná, que fará a palestra no dia 10 de maio, às 19h20, com a tema “Os impactos do trabalho em rede para a efetividade dos Serviços de Acolhimento Familiar, e a implantação dos Serviços de Acolhimento Familiar no Brasil”. No mesmo dia, às 20h10, a co-fundadora e coordenadora do Serviço de Acolhimento Familiar Teto & Afeto de Capivari e do Grupo Capivari de Apoio à Adoção, no interior de São Paulo, Letícia Camargo, realizará a segunda palestra com o tema “Quem pode implantar um Serviço de Acolhimento Familiar?”
Para Maria Helena, o conceito da pintura vai além da composição de cores, elementos geométricos, figurativos e da natureza. As imagens referenciais podem ser captadas de forma particular para cada pessoa. “A criatividade individual revela muito da complexidade da personalidade, do inconsciente e pode ser uma grande aliada na arte e na vida. Identifico isso em cada aluno, durante as aulas e também depois, há relatos emocionantes dos benefícios da prática da pintura na vida de alunos, mesmo após anos do aprendizado. Recomendo que todos possam descobrir por meio da arte o vasto universo que se abre e contribui definitivamente para toda a nossa existência, sobretudo em tempos de adversidades que estamos vivenciando com a pandemia”, explica a professora.
“Eu e meus irmãos tivemos a possibilidade de contar com as oficinas no Janela Aberta, o que fez toda diferença em nossas vidas, pois minha mãe sempre trabalhou duro o dia inteiro, sozinha garantia o sustento da família. A nossa infância foi marcada pelas oficinas de arte, pintura, teatro, música e tantas outras atividades que reforçavam bons valores e ética. Na Casa da Criança estivemos protegidos, longe das ruas, da violência e das drogas. Foi no Janela também que me entusiasmei pela pintura em tela, com a professora Maria Helena. Guardo até hoje os quadros que produzi e principalmente todo carinho, amor e respeito que recebi. Agora, prestes a concluir a faculdade, trabalhando, sigo apoiando a minha mãe com as contas de casa, e penso em me especializar, quem sabe, em auditoria e um dia voltar a pintar quadros também. Caso pudesse, diria às crianças e aos adolescentes para aproveitar cada segundo nas atividades da instituição. Sinto saudades e gratidão pelas oportunidades”, conta a estudante.