Neste mês de outubro, a Casa da Criança recebe o segundo ciclo de palestras “Profissões que Inspiram”, conectando adolescentes da instituição com profissionais de destaque do mercado. O objetivo é proporcionar a esses jovens uma visão realista e inspiradora sobre o universo corporativo, ampliando suas perspectivas e caminhos para futuras carreiras.
A iniciativa, liderada voluntariamente por Fabiola Artoni, consultora de gestão de pessoas com mais de 20 anos de experiência, leva à instituição grandes líderes empresariais que dedicam tempo e expertise para orientar os adolescentes sobre trajetórias possíveis para ingressar no mercado de trabalho. “A proposta é aproximar esses jovens de jornadas profissionais concretas e viáveis, por meio de rodas de conversas e dinâmicas inspiradoras. Todos os executivos que participam relatam o quanto é gratificante contribuir para despertar sonhos e abrir portas para esses adolescentes”, comenta Fabíola.
No ciclo de setembro, o projeto recebeu a Camila Buso, Gerente de Clientes e Negócios da Caixa Econômica Federal, Ariana Bottura, Diretora de Marketing da Ingredion, e Camila Bezerra, arquiteta e designer de interiores. Para o ciclo de outubro, estão confirmadas palestras de Tatiana Libertini, advogada especialista em Comunicação Não Violenta, Luiza Coelho, Diretora de RH da Automa Campinas, e a participação novamente de Camila Buso, que levarão um conteúdo inédito e voltado para motivar os adolescentes a explorar novas oportunidades e compreender as diversas realidades corporativas.
Oportunidade para empresas e executivos
Empresas e líderes que desejam fazer a diferença na vida desses jovens podem encontrar no ciclo de palestras “Profissões que Inspiram” uma oportunidade de impacto social. “As empresas da região podem não apenas compartilhar conhecimento, mas também criar uma rede de apoio e oferecer novas oportunidades para esses adolescentes que já estão recebendo uma preparação valiosa para o futuro, estão dando um passo à frente”, destaca Fabíola Artoni. Executivos interessados em contribuir com o ciclo de palestras podem entrar em contato com a Casa da Criança para participar voluntariamente.
O Projeto Janela Aberta integra o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos da Casa da Criança e do Adolescente de Valinhos, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social. Além do Projeto Janela Aberta, a Casa da Criança oferece, em parceria com a Prefeitura Municipal de Valinhos e a Secretaria Municipal de Assistência Social, serviços de Acolhimento Institucional, Convivência e Fortalecimento de Vínculos e Acolhimento Familiar. Para mais informações sobre como apoiar, participar ou colaborar com a instituição, entre em contato pelos telefones (19) 3871-0546 / 3869-5654 ou pelo WhatsApp (19) 99576-6257.
Programação – Ciclo de Palestras
- 11/10 às 14h – Camila Buso – Gerente de Clientes e Negócios da Caixa Econômica Federal
- 18/10 às 10h – Tatiana Libertini – Advogada, especialista em Família e Comunicação Não Violenta
- 25/10 às 10h – Luiza Coelho – Diretora de RH da Automa Campinas, empresa de Tecnologia.

Adriana Simões, coordenadora da instituição, compartilha o sentimento que permeia essa ação: “Nos identificamos com a cultura da alimentação árabe, que valoriza o compartilhamento e a generosidade. Convidar a comunidade para este almoço é, para nós, uma maneira de espalhar bondade e criar laços. É um convite para que cada um possa, ao seu modo, fazer parte desta corrente de amor e solidariedade.”
A nova sala de informática está equipada com mesas, cadeiras, 16 computadores, nobreak, fones de ouvido, datashow e quadro branco, preparada para oferecer oficinas de multimídia para adolescentes e jovens adultos da comunidade. A instituição busca voluntários que possam ministrar oficinas, mesmo que pontuais, abordando temas como profissões, montagem de currículos e busca de oportunidades na internet.
O Acolhimento conta com o apoio dedicado de voluntários como Carolina Ramos, psicóloga e voluntária do Acolhimento da Casa da Criança. Carolina se dedica a compilar e selecionar os momentos mais marcantes da vida das crianças, compondo álbuns que refletem não apenas o crescimento físico, mas também emocional de cada um. “Em conjunto com cada criança, pensamos na melhor forma de guardar esses registros. São fotos da escola, dos amigos e da família sempre que possível. Isso é crucial para que elas possam ressignificar sentimentos e se apropriar de suas histórias, reforçando a autoestima e a esperança para o futuro”, explica Carolina.
ativamente. “Os álbuns são personalizados com desenhos, textos e registros fotográficos de momentos especiais como passeios, almoços, festas e datas comemorativas. O envolvimento dos voluntários é essencial para garantir que todo o processo seja feito com o cuidado individualizado e carinho que essas memórias merecem”, ressalta Adriana.
Parodi, ao finalizar, faz um convite a todos: “Para quem ainda não experimentou a emoção de ser voluntário, especialmente na Casa da Criança, recomendo fortemente que conheçam e colaborem de alguma forma. É um processo altamente gratificante e transformador, não apenas para as crianças, mas para todos nós que fazemos parte dessa jornada.”
Dr. Guimarães destaca que a participação no programa não beneficia apenas as crianças e adolescentes acolhidos, mas também traz vantagens significativas para a comunidade e para as próprias famílias acolhedoras. “A satisfação pessoal gerada por ajudar uma criança ou adolescente a crescer e se desenvolver é extremamente gratificante. Além disso, o fortalecimento dos laços familiares e o ensino de valores como empatia e solidariedade são alguns dos benefícios que as famílias acolhedoras experimentam,” comenta.
Além de fornecer itens essenciais como alimentos, mobiliário e eletrodomésticos, o grupo se dedica a um apoio humanizado, compreendendo as necessidades de cada família, desde óculos, roupas, mantimento, atendimento médico, odontológico, até orientações para tirar documentos, suporte para seguir com estudos e ingressar no mercado de trabalho. Cada detalhe é cuidadosamente considerado, com as famílias envolvidas ativamente na criação de seus novos lares, aprendendo a se organizar e cuidar de suas casas.
Para a Casa da Criança e do Adolescente de Valinhos, o projeto “Mãos que Fazem” desempenha um papel importantíssimo, em especial para os adolescentes que completam 18 anos, precisam deixar o abrigo e passam a residir sozinhos, precisando organizar o seu próprio lar. “As voluntárias do ‘Mãos que Fazem’ realizam um trabalho valioso, atendendo esta demanda importante. Elas ajudam a organizar a casa pensando em cada detalhe, demonstrando um cuidado e carinho imensurável,” afirma Adriana Simões, coordenadora da entidade.
“Na Casa da Criança, temos a grata satisfação de contar com voluntários altamente especializados. Além do amor, carinho e cuidado em cada detalhe, eles são reconhecidos pelo seu talento. Planejamos esta campanha da Feijoada da Casa com muita antecedência, selecionando os melhores ingredientes para garantir a qualidade já reconhecida do nosso prato. Isso é uma forma de retribuir a confiança e o apoio de todos que garantem um almoço delicioso e solidário, apoiando os projetos da nossa instituição”, destaca Adriana Simões, coordenadora da Casa da Criança e do Adolescente de Valinhos.
Sônia Juliatto, voluntária dedicada há mais de cinco anos, reserva um domingo por mês para levar os acolhidos da instituição em passeios. “Já visitamos diversos lugares, como cinema, festas típicas, sítios, parques, jogos de futebol e planetário. Organizamos os passeios em conjunto com os educadores e a pedagoga da instituição, sempre pensando em locais e filmes apropriados para cada faixa etária. Gosto de incluir pipoca, guloseimas e sucos, para tornar o momento ainda mais especial. É um prazer genuíno passear com eles, as crianças adoram sair com a gente. Esse é um momento em que podem se divertir, conversar e pensar em outras coisas, como é o direito de toda criança e adolescente. Evitamos questionar, é um momento de lazer, a conversa ocorre de forma espontânea, e cabe a nós voluntários ampliar a escuta ativa, respeitar e acolher”, explica Sônia.